Grandes batalhas...
A primeira vista Seiken no Blacksmith pode parecer um game de RPG em formato anime. E de fato, o título é quase isso. Por outro lado, não posso deixar de dizer que a série passa longe de ter um enredo fantástico e bem amarrado como os grandes nomes do gênero, e nesse caso é impossível não lembrar de Final Fantasy, Star Ocean, a série Tales of e tantos outros grandes nomes dos RPGs. Todos os elementos (ou se preferirem, os clichês) presentes nos grandes e pequenos games do gênero se fazem presentes no anime, porém com um ar a mais de fanservice. A quantidade é pequena e aparece em momentos isolados, mas a própria protagonista Cecily já é uma espécie de fanservice ambulante graças ao visual da sua armadura.
Não que o fanservice em si estrague o anime, afinal, como bem dito, é em quantidade pequena e em determinados momentos rende boas piadas. O grande problema está na inconsistência do enredo e na sensação de vazio que ele passa. A história está centralizada em Cecily Campbell, uma guerreira provinda de uma grande família famosa em sua cidade. No início Cecily conhece Luke Ainsworth, que a salva de um monstro. Cecily fica impressionada com a técnica de espada de Luke, bem como com a sua fiel Katana (espada japonesa), totalmente diferente das outras espadas (que são todas baseadas no visual europeu).
Com esse início simples, aos poucos Seiken vai revelando o seu enredo, e a história segue sendo centralizada em Cecily, mas percebemos que Luke e a sua ajudante Lisa, vão aos poucos ganhando espaço. Chegará um determinado momento em que novos personagens serão introduzidos a trama, e boa parte deles estão ligados as chamadas espadas demoníacas, que são o grande ponto central do enredo como um todo. O grande problema nisso tudo é que ao longo desses doze episódios pouco se fala sobre o universo do anime, há um enfoque exagerado nessas sagradas espadas, que no fim terão pouca presença.
E no caso de Seiken, os clichês básicos de games de RPG só servem para piorar a trama, pois não há um tema central na obra como um todo. E isso acaba tornando o anime totalmente sem nexo e rumo. As únicas personagens mais carismáticas são Lisa e Aria, já que Luke é o típico guerreiro caladão e tímido, e Cecily a guerreira que não foge à luta. O elenco secundário não ajuda muito, já que se faz pouco presente. E a menos nessa primeira parte (pelos eventos finais teremos uma segunda temporada), o anime é até mesmo ausente de um grande vilão que possa a menos captar a atenção de quem assiste.
O que salva o anime são os combates que vez ou outra acontecem ao longo dos episódios. As animações em grande parte são fluídas e entregam ação na medida certa, que ajudam a quebrar os momentos maçantes de conversa que nunca levam a história para caminho algum. A trilha sonora também possui determinadas faixas marcantes, sobretudo os temas de batalha, e talvez essa seja uma das poucas coisas que Seiken herdou de bom dos grandes RPGs. Caso realmente tenha uma segunda temporada espero que revelem mais detalhes sobre o universo e alguns personagens, afinal nenhum grande game ou anime no estilo consegue ser bem sucedido num ambiente limitado a poucas personagens e uma única cidade.
Não que o fanservice em si estrague o anime, afinal, como bem dito, é em quantidade pequena e em determinados momentos rende boas piadas. O grande problema está na inconsistência do enredo e na sensação de vazio que ele passa. A história está centralizada em Cecily Campbell, uma guerreira provinda de uma grande família famosa em sua cidade. No início Cecily conhece Luke Ainsworth, que a salva de um monstro. Cecily fica impressionada com a técnica de espada de Luke, bem como com a sua fiel Katana (espada japonesa), totalmente diferente das outras espadas (que são todas baseadas no visual europeu).
Com esse início simples, aos poucos Seiken vai revelando o seu enredo, e a história segue sendo centralizada em Cecily, mas percebemos que Luke e a sua ajudante Lisa, vão aos poucos ganhando espaço. Chegará um determinado momento em que novos personagens serão introduzidos a trama, e boa parte deles estão ligados as chamadas espadas demoníacas, que são o grande ponto central do enredo como um todo. O grande problema nisso tudo é que ao longo desses doze episódios pouco se fala sobre o universo do anime, há um enfoque exagerado nessas sagradas espadas, que no fim terão pouca presença.
E no caso de Seiken, os clichês básicos de games de RPG só servem para piorar a trama, pois não há um tema central na obra como um todo. E isso acaba tornando o anime totalmente sem nexo e rumo. As únicas personagens mais carismáticas são Lisa e Aria, já que Luke é o típico guerreiro caladão e tímido, e Cecily a guerreira que não foge à luta. O elenco secundário não ajuda muito, já que se faz pouco presente. E a menos nessa primeira parte (pelos eventos finais teremos uma segunda temporada), o anime é até mesmo ausente de um grande vilão que possa a menos captar a atenção de quem assiste.
O que salva o anime são os combates que vez ou outra acontecem ao longo dos episódios. As animações em grande parte são fluídas e entregam ação na medida certa, que ajudam a quebrar os momentos maçantes de conversa que nunca levam a história para caminho algum. A trilha sonora também possui determinadas faixas marcantes, sobretudo os temas de batalha, e talvez essa seja uma das poucas coisas que Seiken herdou de bom dos grandes RPGs. Caso realmente tenha uma segunda temporada espero que revelem mais detalhes sobre o universo e alguns personagens, afinal nenhum grande game ou anime no estilo consegue ser bem sucedido num ambiente limitado a poucas personagens e uma única cidade.
e algumas magias: pena que seja só isso
Nota: 5,0 - Apesar do início aparentar que teremos uma grande história de RPG cercada de fantasia, magias lindas e personagens carismáticos, Seiken acaba se limitando apenas aos clichês básico, possuindo somente a parte técnica aceitável.




24 de dezembro de 2009 06:54
Achei que cinco ficou uma nota exagerada. Como comentei no meu post sobre as primeiras impressões do anime, Seiken no Blacksmith com certeza é uma grande reunião de clichês. Mas uma reunião simpática, com uma animação espetacular, boa trilha sonora e ótimas cenas de luta.
Acredito que a série merece um 7, principalmente pois desde o começo deixa claro que o seu foco não será o enredo (afinal, nem sequer saem daquela "cidade"), e sim as cenas de ação, o que é feito muito bem.
Acredito que ao que foi proposto, Seiken no Blacksmith conseguiu ir muito bem.
30 de abril de 2010 03:06
Acho que vocês exageraram muito nos defeitos, não vi tanto fan service, muito menos tanto clichê, clichê é algo refutavel, já que quanto mais experiencia você tem no âmbito, mais clichês você consegue destinguir. Existem milhares de obras já criadas nessa mesma área, é difícil ficar totalmente diferente e não usar clichês, por isso, acho que clichê não serve como critério de avaliação para nada. A estoria é ótima, bem intrigante, só lamento por ter apenas 12 episódios, o que torno o animel uma correria, pulando partes que poderia ser melhores exploradas, e ficando sem o fim definitivo/solução do problema. O qual todos esperam mas não acontece.
Você está sendo muito cético e critico. Esse animê é ótimo comparado com as merdas que estão sendo criadas hoje em dia.
14 de agosto de 2010 03:49
Esse anime e altamente exploravel se fizeram uma primeira temporada cheia de ''falhas''(coisa q nao acho) é justamente pra aguçar a curiosidade na segunda (se ouver), os animes andam tao complexos q jegam a ser fracos e sem recursos (de adianta tanta historia se metade delas nao interessa..),os personagens, a historia tem q ser simples e objetiva(ja era)... os desenhos objetivos sao os melhores embora eu goste de de coisas nada onbjetivas como school rumble, rosario vampire, e rainbow (srsr, rainbow) em fim é um dos animes de categoria B esacala de 1 a 10 é 7 ( pois 10 e so yuyu hakusho e death note e DBZ é 9 e olha lá naruto e bleach é 8)entao esse anime ta bom do geitim q ta se melhora estraga!!!e torço pra uma 2 temporada!!!sayonata Sayonara Zetsubou Otakus
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