Sobre o KS
"Depois de quatro edições o KS muda de formato e entra para uma nova fase. Diferente da anterior, não teremos mais o formato de edições, sendo que cada nova notícia ou matéria será publicada em tempo real. Com isso esperem mais flexibilidade e uma maior quantidade de artigos. A equipe principal será praticamente a mesma, mas contamos agora com alguns colaboradores novos e esperamos contar com outros no futuro, afinal a idéia do KS é reunir o pessoal que gosta de animes e, sobretudo, de escrever sobre eles."
Esta foi a última chamada do Kotatsu Shinbun, que encerrou os seus trabalhos em meados de janeiro de 2010. Carinhosamente chamado de KS pelos seus membros, o Kotatsu Shinbun procurou ser um espaço harmônico e convidativo para os fãs de animação e da cultura japonesa como um todo.
Fica aqui o singelo e verdadeiro agradecimento à quem acompanhou o KS e que, ainda hoje, visita este humilde espaço na internet.
Se ainda assim desejarem, sintam-se à vontade para elogiar ou criticar o site.
Equipe KS:
Leandro Nisishima
Blogs: Subete Animes e Boku no Sonzai
Carlírio Neto
Blogs: NETOIN! e NETOIN! Mais!
Thiago 3T
Blogs: Sugoi Desu nee? e Hello!Brasil
Alberto DeCyber
Blog: The Key of the Broken Hearts
Colaboradores:
DenysAlmeida
Blog: Gyabbo!
Soma
Blog: N-Gothic
Julian Tuck
Esta foi a última chamada do Kotatsu Shinbun, que encerrou os seus trabalhos em meados de janeiro de 2010. Carinhosamente chamado de KS pelos seus membros, o Kotatsu Shinbun procurou ser um espaço harmônico e convidativo para os fãs de animação e da cultura japonesa como um todo.
Fica aqui o singelo e verdadeiro agradecimento à quem acompanhou o KS e que, ainda hoje, visita este humilde espaço na internet.
Se ainda assim desejarem, sintam-se à vontade para elogiar ou criticar o site.
Equipe KS:
Leandro Nisishima
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Carlírio Neto
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Colaboradores:
DenysAlmeida
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Julian Tuck
Review: Kowarekake no Orgol
1/13/2010 12:49:00 PMLeandro Nisishima
Originalmente lançado na Comiket 77, Kowarekake no Orgol se parece com qualquer OVA lançado na grande indústria. No entanto, a produção desse curto OVA foi feito por poucas pessoas e sem o aval de um estúdio de grande porte. Portanto, esse é um título feito de forma caseira, mas que nem por isso deve ser subestimado. Apesar de curto, Kowarekake no Orgol tem uma história bonita, bem contada e com uma animação de dar inveja a muitos estúdios grandes.
Nos primeiros trailers liberados durante a Comiket 76, o anime não parecia tão bonito, quanto na versão final. Deram uma boa melhorada no character design, mas, sobretudo, nos cenários de fundo. De um modo geral, há grande uso de cores fortes e vivas, até pelo anime se passar num cenário quente e em pleno verão. E é nesse cenário que somos apresentados ao enredo de Kowarekake no Orgol.
Tudo começa quando o estudante Keiichiro encontra uma pequena andróide em forma de criança no meio de um monte de lixo. Como todo adolescente, Keiichiro fica sensibilizado com a cena e resolve levá-la para a sua casa. Depois de consertá-la, o protagonista passa a viver ao lado dela, e, inclusive, ensiná-la coisas sobre o mundo e a sua vida. Keiichiro passa também a chamá-la de Flower.
O conceito lembra em grande escala Chobbits, mas é bom ressaltar que, por ser uma história curta, Kowarekake no Orgol não perde tempo com detalhes desnecessários, e acaba não tendo toda enrolação presente na série das meninas do CLAMP. E isso pode ser considerado um ponto positivo, já que também não existe o fanservice presente nesse outro anime. Kowarekake no Orgol, pode ser definido como um anime simples, humilde, mas que conta uma boa história para se passar o tempo.
E até por isso, não espere também a complexidade de Eve no Jikan, apesar do universo de Kowarekake no Orgol tratar de andróides, a idéia aqui é apenas desenvolver o relacionamento de Keiichiro e Flower, sem se importar com detalhes sobre a sociedade e as consequências do uso de andróides, e até por isso defini o anime como humilde. Há somente uma ou outra menção quanto a isso, mas o título apenas arranha o tema.
Quanto ao desenvolvimento já citado dos personagens, ele acontece de forma rápida, contudo, isso considerando o pouco tempo presente no OVA. Isso não significa também que esse desenvolvimento rápido atrapalhe a história. Boa parte do enredo é contada nos olhos da pequena e simpática Flower, que ganha um diário de Keiichiro e passa a descrever os eventos do seu cotidiano.
O destaque é que os produtores dividiram os acontecimentos em dias, e cada dia destaca apenas o evento mais importante. Sendo assim, a história flui de forma natural e eficiente, e os dias podem passar rapidamente, sem dar a impressão de que o relacionamento dos dois mudou de forma rápida demais.
E para completar, há ainda uma história de fundo, que trata do trauma que Keiichiro tem de tocar a sua guitarra. Isso será desenvolvido em paralelo com o cotidiano e as novas descobertas de Flower. Esse trauma aparece em uma ou outra passagem ao longo do OVA. Começa de maneira bem sutil (com Flower brincando com a guitarra de Keiichiro), até a chegada de um antigo conhecido do rapaz, a intromissão de Flower que tenta incentivar Keiichiro e por fim, um acontecimento mais pesado que fará o protagonista perder de vez o trauma. Enfim, Kowarekake no Orgol, como pôde ser lido nessa review, é um anime simples, porém eficiente.
Nota 7,0 - Com uma animação de dar inveja a muito estúdio grande e um enredo simples, mas eficiente, Kowarekake no Orgol deve ser considerado muito mais do que uma simples obra feita para ser vendida no Comiket.
O esporte nos animes e mangás
1/11/2010 02:33:00 PM
Depois de alguns meses conversando com o Evilásio, proprietário do blog Anime Portfólio, é com muito prazer que apresento a primeira matéria dele para o Kotatsu Shinbun. O tema escolhido foi algo bem simples e muito presente na indústria de mangás e animes: os esportes. A matéria foi dividida em várias partes, e começamos publicando a primeira delas. A partir de agora passo o "microfone" para o Evilásio:
Olá a todos ! há alguns meses atrás recebi um convite para compor a equipe do Kotatsu Shinbun, e fiquei muito feliz com isso.
Após algumas conversas com um dos idealizadores do citado site, acabamos concordando que para iniciar os trabalhos eu faria uma matéria sobre animes de esporte. Porém a mesma não saiu como esperado, e meu tempo fez com que atrasasse esta matéria, e por isso só agora venho postar na internet a primeira parte dela.
Desde muito tempo curto animes com temática esportiva, e foram muitos os esportes que conheci devido às animações. Não é de hoje que a parceria anime e esportes existe. Na verdade, tudo começou nos mangás, e pouco mais de 4 anos depois das primeiras animações televisivas japonesas surgirem, veio "Mach Go Go Go" (o aclamado Speed Racer) em abril de 1967, a primeira série de animação para televisão tendo um esporte como temática principal (no caso, o automobilismo). Desde então a parceria rendeu grandes sucessos. Decidi falar um pouco do que aconteceu e palpitar sobre o que está acontecendo e o que vai acontecer com esta parceria. Dividi o texto em 3 partes:
· Na primeira falo dos animes de esporte em geral, contando um pouco sobre a história deles;
· A segunda contempla os animes de esportes do século 20;
· Na terceira falo sobre as animações deste tipo que apareceram neste século e algumas especulações sobre o futuro.
Então com vocês...
Parte 1: Play ball* - Esportes e animes: uma parceria de longa data e de muito sucesso
Em janeiro de 1963 surgiria a primeira série de animação televisiva puramente japonesa com uma história focada em um personagem principal: Tetsuwan Atom (Astro Boy), produzida pela Mushi Production, baseado na famosa obra de Osamu Tezuka. Mais de 4 anos depois apareceria a primeira série tendo um esporte como temática principal, e este seria "Mach Go Go Go" (Speed Racer, no Ocidente), que ficou conhecido mundialmente e deu um novo ânimo ao mercado de histórias de esporte.
Mesmo assim, somente no ano seguinte estrearia "Kyoujin no Hoshi", o primeiro anime de baseball e uma das mais famosas histórias sobre este esporte, servindo então de base para diversos animes de baseball. Inclusive, pode-se dizer que ele deixou sua marca não só como um dos pioneiros dos animes de esporte, mas como aquele que consolidou o gênero.
Esporte sempre foi um tema de sucesso em mangás e animes. Isso se deve ao fato de terem por si só, alguns dos elementos que mais fazem sucesso neste tipo de mídia, como a amizade entre companheiros de time, a força de vontade que o personagem principal tem para alcançar o seu sonho, o personagem que possui habilidades incomuns, mas que só as desenvolve com o tempo, e principalmente obstáculos difíceis de serem transpostos e que exigem mais de 100% do herói da trama, tornando cada disputa uma batalha emocionante e empolgante, seja o último tempo de uma partida de baseball, ou um quarto de um jogo de basquete, ou a luta para fazer apenas um gol no time adversário.
Estes são os principais elementos dos shounens de sucesso, não é a toa que alguns dos mangás de maior sucesso das principais revistas especializadas sejam de esporte. Para exemplificar pode ser citada a série Hajime no Ippo, um mangá de boxe com mais de uma década e que é publicado até hoje, sendo um dos tops nas listas da Shounen Jump. Ele teve uma série de animação em 2002 e outra em 2009, que dificilmente estará fora da lista dos 10 maiores animes de esportes de qualquer um que o assistiu.
Outro exemplo é "H2", que foi um dos grandes clássicos dos mangás de baseball e que décadas depois de ter sido finalizado ainda é lembrado como um dos melhores quadrinhos de esporte já feitos, e também como um dos animes do gênero de maior popularidade no Japão. Existem vários outros animes com suas temáticas voltadas para o esporte, mas mesmo que haja 100 de uma mesma modalidade esportiva, todos eles serão diferentes, cada um com as suas próprias peculiaridades.
Por exemplo: "H2". Apesar de ter o baseball como a principal temática, se foca não só no esporte, mas também na relação entre o personagem principal e as pessoas com quem ele convive. Este não é só um anime de esporte de primeira, mas também é um drama que ganha de muito shoujo. E essa junção da temática esportiva com outros elementos, como comédia, drama e romance, acaba sempre diferenciando as séries esportivas, mesmo que tenham como pano de fundo o esporte.
Embora seja fato que algumas modalidades esportivas apareçam bem mais do que outras, não podemos deixar de falar da diversidade de esportes abordados em séries de animação. Dificilmente você pensará em um esporte que ainda não foi contemplado. Animes de futebol, futebol americano, baseball, softball, patinação, atletismo, artes marciais, boxe, basquete, tênis, corrida de carros, ciclismo, além de jogos de azar, jogos de tabuleiro e outros jogos que tenham uma relação bem próxima aos esportes convencionais. E isso que citei não é nem a ponta do iceberg, pois acredito que você não pensaria em um anime sobre ping pong, por exemplo. E que tal um anime sobre ioiô? Mas acredite que animes sobre tais esportes e/ou jogos existiram sim.
Claro que muitos esportes não foram contemplados como temas principais de animes, mas estes provavelmente apareceram no episódio de alguma série, cujo mesmo não era temática. Em resumo, esporte e animação é uma parceria que rendeu, que vem rendendo e que renderá muitos bons frutos e muitos sucessos. Dificilmente não haverá um esporte que você goste e que não tenha um anime sobre ele. E se você é do tipo que não curte muitos esportes, tente assistir alguns episódios ao menos de Major, de Prince of Tennis, de Hajime no Ippo, de Captain Tsubasa, de H2 ou de Slam Dunk e, se mesmo depois disso você não se interessar por qualquer anime que seja dos esportes contemplados por estes citados títulos, tenho certeza que você deve ser um fantasma.
Continua na parte 2: Quantos Home Runs* vale uma Jump? - Animações esportivas de 1967 a 2000
* Play Ball - Fala que o Juiz diz no início de um jogo de baseball, a tradução é mais ou menos: “Joguem a Bola!” Ou “Bola em Jogo!”
** Home Run - A grande jogada do baseball, que acontece quando o jogador rebate a bola para fora do campo sem cometer falta, valendo uma corrida completa para o rebatedor.
Olá a todos ! há alguns meses atrás recebi um convite para compor a equipe do Kotatsu Shinbun, e fiquei muito feliz com isso.
Após algumas conversas com um dos idealizadores do citado site, acabamos concordando que para iniciar os trabalhos eu faria uma matéria sobre animes de esporte. Porém a mesma não saiu como esperado, e meu tempo fez com que atrasasse esta matéria, e por isso só agora venho postar na internet a primeira parte dela.
Desde muito tempo curto animes com temática esportiva, e foram muitos os esportes que conheci devido às animações. Não é de hoje que a parceria anime e esportes existe. Na verdade, tudo começou nos mangás, e pouco mais de 4 anos depois das primeiras animações televisivas japonesas surgirem, veio "Mach Go Go Go" (o aclamado Speed Racer) em abril de 1967, a primeira série de animação para televisão tendo um esporte como temática principal (no caso, o automobilismo). Desde então a parceria rendeu grandes sucessos. Decidi falar um pouco do que aconteceu e palpitar sobre o que está acontecendo e o que vai acontecer com esta parceria. Dividi o texto em 3 partes:
· Na primeira falo dos animes de esporte em geral, contando um pouco sobre a história deles;
· A segunda contempla os animes de esportes do século 20;
· Na terceira falo sobre as animações deste tipo que apareceram neste século e algumas especulações sobre o futuro.
Então com vocês...
Parte 1: Play ball* - Esportes e animes: uma parceria de longa data e de muito sucesso
Em janeiro de 1963 surgiria a primeira série de animação televisiva puramente japonesa com uma história focada em um personagem principal: Tetsuwan Atom (Astro Boy), produzida pela Mushi Production, baseado na famosa obra de Osamu Tezuka. Mais de 4 anos depois apareceria a primeira série tendo um esporte como temática principal, e este seria "Mach Go Go Go" (Speed Racer, no Ocidente), que ficou conhecido mundialmente e deu um novo ânimo ao mercado de histórias de esporte.
Mesmo assim, somente no ano seguinte estrearia "Kyoujin no Hoshi", o primeiro anime de baseball e uma das mais famosas histórias sobre este esporte, servindo então de base para diversos animes de baseball. Inclusive, pode-se dizer que ele deixou sua marca não só como um dos pioneiros dos animes de esporte, mas como aquele que consolidou o gênero.
Esporte sempre foi um tema de sucesso em mangás e animes. Isso se deve ao fato de terem por si só, alguns dos elementos que mais fazem sucesso neste tipo de mídia, como a amizade entre companheiros de time, a força de vontade que o personagem principal tem para alcançar o seu sonho, o personagem que possui habilidades incomuns, mas que só as desenvolve com o tempo, e principalmente obstáculos difíceis de serem transpostos e que exigem mais de 100% do herói da trama, tornando cada disputa uma batalha emocionante e empolgante, seja o último tempo de uma partida de baseball, ou um quarto de um jogo de basquete, ou a luta para fazer apenas um gol no time adversário.
Estes são os principais elementos dos shounens de sucesso, não é a toa que alguns dos mangás de maior sucesso das principais revistas especializadas sejam de esporte. Para exemplificar pode ser citada a série Hajime no Ippo, um mangá de boxe com mais de uma década e que é publicado até hoje, sendo um dos tops nas listas da Shounen Jump. Ele teve uma série de animação em 2002 e outra em 2009, que dificilmente estará fora da lista dos 10 maiores animes de esportes de qualquer um que o assistiu.
Outro exemplo é "H2", que foi um dos grandes clássicos dos mangás de baseball e que décadas depois de ter sido finalizado ainda é lembrado como um dos melhores quadrinhos de esporte já feitos, e também como um dos animes do gênero de maior popularidade no Japão. Existem vários outros animes com suas temáticas voltadas para o esporte, mas mesmo que haja 100 de uma mesma modalidade esportiva, todos eles serão diferentes, cada um com as suas próprias peculiaridades.
Por exemplo: "H2". Apesar de ter o baseball como a principal temática, se foca não só no esporte, mas também na relação entre o personagem principal e as pessoas com quem ele convive. Este não é só um anime de esporte de primeira, mas também é um drama que ganha de muito shoujo. E essa junção da temática esportiva com outros elementos, como comédia, drama e romance, acaba sempre diferenciando as séries esportivas, mesmo que tenham como pano de fundo o esporte.
Embora seja fato que algumas modalidades esportivas apareçam bem mais do que outras, não podemos deixar de falar da diversidade de esportes abordados em séries de animação. Dificilmente você pensará em um esporte que ainda não foi contemplado. Animes de futebol, futebol americano, baseball, softball, patinação, atletismo, artes marciais, boxe, basquete, tênis, corrida de carros, ciclismo, além de jogos de azar, jogos de tabuleiro e outros jogos que tenham uma relação bem próxima aos esportes convencionais. E isso que citei não é nem a ponta do iceberg, pois acredito que você não pensaria em um anime sobre ping pong, por exemplo. E que tal um anime sobre ioiô? Mas acredite que animes sobre tais esportes e/ou jogos existiram sim.
Claro que muitos esportes não foram contemplados como temas principais de animes, mas estes provavelmente apareceram no episódio de alguma série, cujo mesmo não era temática. Em resumo, esporte e animação é uma parceria que rendeu, que vem rendendo e que renderá muitos bons frutos e muitos sucessos. Dificilmente não haverá um esporte que você goste e que não tenha um anime sobre ele. E se você é do tipo que não curte muitos esportes, tente assistir alguns episódios ao menos de Major, de Prince of Tennis, de Hajime no Ippo, de Captain Tsubasa, de H2 ou de Slam Dunk e, se mesmo depois disso você não se interessar por qualquer anime que seja dos esportes contemplados por estes citados títulos, tenho certeza que você deve ser um fantasma.
Continua na parte 2: Quantos Home Runs* vale uma Jump? - Animações esportivas de 1967 a 2000
* Play Ball - Fala que o Juiz diz no início de um jogo de baseball, a tradução é mais ou menos: “Joguem a Bola!” Ou “Bola em Jogo!”
** Home Run - A grande jogada do baseball, que acontece quando o jogador rebate a bola para fora do campo sem cometer falta, valendo uma corrida completa para o rebatedor.
Hayai: batalhas espaciais, mais música no colégio e dormir com Hinako
1/03/2010 08:26:00 PM
por Thiago3T (Equipe KS)

Saiu o primeiro trailer do live-action de Space Battleship Yamato:
O filme tem estréia para 1º de dezembro no Japão.
Site oficial: yamato-movie.net/
*****

Foi anunciada a segunda temporada de K-ON!, durante o evento K-On! Live Event "Let’s Go!", dia 30 de dezembro de 2009.
Foi um dos animes que foram a sensação de 2009. Esperamos que a estórias sejam melhores trabalhadas, com menos fanservice da Sawako-sensei de preferência. E claro, mais músicas da banda "Hora do Chá Depois da Escola”.
A dúvida fica na estréia. Provavelmente abril ou julho deste ano, que os meses que iniciam temporadas no Japão. A Kyoto Animation está no momento produzindo o filme Suzumiya Haruhi no Shoushitsu.
E como mais um reflexo do sucesso que foram as músicas. Vários singles do anime ficaram na lista Oricon dos 200 singles mais vendidos de 2009:
#33: Sakurakou K-ON Bu - Don't say "lazy" (169,388)
#35: Sakurakou K-ON Bu - Cagayake! GIRLS (150,458)
#73: Sakurakou K-ON Bu - Fuwa Fuwa Time (80,696)
#106: Mio Akiyama (Yoko Hikasa) - K-ON! Image Song Akiyama Mio (55,642)
#113: Yui Hirasawa (Aki Toyosaki) - K-ON! Image Song Hirasawa Yui (53,637)
#179: Azusa Nakano (Ayana Taketatsu) - K-ON! Image Song Nakano Azusa (35,963)
#197: Ritsu Tainaka (Satomi Sato) - K-ON! Image Song Tainaka Ritsu (33,078)
E o álbum conseguiu o Top 100 de mais vendidos:
#75: HO-KAGO TEA TIME - Houkago Tea Time (110,349)
Para conferir a lista inteira, Top 200 singles e Top 200 álbuns.
Nós, do KS, fizemos um review da primeira temporada. Pode conferir CLICANDO AQUI.
*****

Depois de se exercitar com Hinako, agora você vai poder dormir com ela. O próximo título será Sleeping with Hinako. A Prismatea lançará 11 de fevereiro. Algumas imagens:

Vai ter muita gente dormindo nessa cama.

Site oficial: www.isshoni-sleeping.com
*****

Começou o edição 2010 do International Saimoe League, com a fase de nomeação das candidatas. Cada um pode indicar até doze personagens. Vai até dia 7 de janeiro.
A campeã da última edição foi Katsura Hinagiku (Hayate no Gotoku!)
Para votar: www.internationalsaimoe.com/voting
*****
E alguns membros do Kotatsu Shinbun estão com novidades nesse começo de 2010. Leandro Nisishima tirou um dinheiro do bolso, e o Subete Animes agora tem domínio próprio, enquanto Thiago3T está com mais um blog: o Hello! Brasil, dedicado ao Hello!Project.
Links:
- www.subeteanimes.com.br
- hellobrasil.wordpress.com
Dannychoo / Japan Probe / ANN / Youtube

Saiu o primeiro trailer do live-action de Space Battleship Yamato:
O filme tem estréia para 1º de dezembro no Japão.
Site oficial: yamato-movie.net/

Foi anunciada a segunda temporada de K-ON!, durante o evento K-On! Live Event "Let’s Go!", dia 30 de dezembro de 2009.
Foi um dos animes que foram a sensação de 2009. Esperamos que a estórias sejam melhores trabalhadas, com menos fanservice da Sawako-sensei de preferência. E claro, mais músicas da banda "Hora do Chá Depois da Escola”.
A dúvida fica na estréia. Provavelmente abril ou julho deste ano, que os meses que iniciam temporadas no Japão. A Kyoto Animation está no momento produzindo o filme Suzumiya Haruhi no Shoushitsu.
E como mais um reflexo do sucesso que foram as músicas. Vários singles do anime ficaram na lista Oricon dos 200 singles mais vendidos de 2009:
#33: Sakurakou K-ON Bu - Don't say "lazy" (169,388)
#35: Sakurakou K-ON Bu - Cagayake! GIRLS (150,458)
#73: Sakurakou K-ON Bu - Fuwa Fuwa Time (80,696)
#106: Mio Akiyama (Yoko Hikasa) - K-ON! Image Song Akiyama Mio (55,642)
#113: Yui Hirasawa (Aki Toyosaki) - K-ON! Image Song Hirasawa Yui (53,637)
#179: Azusa Nakano (Ayana Taketatsu) - K-ON! Image Song Nakano Azusa (35,963)
#197: Ritsu Tainaka (Satomi Sato) - K-ON! Image Song Tainaka Ritsu (33,078)
E o álbum conseguiu o Top 100 de mais vendidos:
#75: HO-KAGO TEA TIME - Houkago Tea Time (110,349)
Para conferir a lista inteira, Top 200 singles e Top 200 álbuns.
Nós, do KS, fizemos um review da primeira temporada. Pode conferir CLICANDO AQUI.

Depois de se exercitar com Hinako, agora você vai poder dormir com ela. O próximo título será Sleeping with Hinako. A Prismatea lançará 11 de fevereiro. Algumas imagens:


Site oficial: www.isshoni-sleeping.com

Começou o edição 2010 do International Saimoe League, com a fase de nomeação das candidatas. Cada um pode indicar até doze personagens. Vai até dia 7 de janeiro.
A campeã da última edição foi Katsura Hinagiku (Hayate no Gotoku!)
Para votar: www.internationalsaimoe.com/voting
E alguns membros do Kotatsu Shinbun estão com novidades nesse começo de 2010. Leandro Nisishima tirou um dinheiro do bolso, e o Subete Animes agora tem domínio próprio, enquanto Thiago3T está com mais um blog: o Hello! Brasil, dedicado ao Hello!Project.
Links:
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- hellobrasil.wordpress.com
Dannychoo / Japan Probe / ANN / Youtube
J-Music: A Glória de Yui
1/02/2010 09:58:00 PM
por Julian Tuck (colaborador)
Pra comemorar seus 5 anos de carreira, a cantora Yui vai presentear seus fãs com um DVD esperto.

Edição Normal.
O 14° single da carreira de Miss Yoshioka tem o nada modesto nome de "Gloria". A música ao que se sabe ao certo, será usada como tema de uma rede de comerciais veiculados a um curso à distância chamado de Shinkenzemi Highschool Correspondence Course.
Segundo Yui, o intuito da canção é animar os jovens que se preparam para seu futuro profissional, uma fase de muitas pressões e responsabilidade. A música é também um beijo de boa sorte à quem vai prestar concursos e algo assim.
Então se você está se preparando pra queimar os neurônios em alguma prova daqui alguns dias, o novo single da cantora é nota musical certa no seu tocador.
O DVD acompanha video clipe, o cd tiragem normal brinda os ouvidos com a single mesmo.

Edição Limitada.
CD Tracklist
1. GLORIA
2. Muffler
3. It’s all too much ~YUI Acoustic Version~
4. GLORIA ~Instrumental~
DVD Track
1. GLORIA Music Video
Pra comemorar seus 5 anos de carreira, a cantora Yui vai presentear seus fãs com um DVD esperto.

O 14° single da carreira de Miss Yoshioka tem o nada modesto nome de "Gloria". A música ao que se sabe ao certo, será usada como tema de uma rede de comerciais veiculados a um curso à distância chamado de Shinkenzemi Highschool Correspondence Course.
Segundo Yui, o intuito da canção é animar os jovens que se preparam para seu futuro profissional, uma fase de muitas pressões e responsabilidade. A música é também um beijo de boa sorte à quem vai prestar concursos e algo assim.
Então se você está se preparando pra queimar os neurônios em alguma prova daqui alguns dias, o novo single da cantora é nota musical certa no seu tocador.
O DVD acompanha video clipe, o cd tiragem normal brinda os ouvidos com a single mesmo.

CD Tracklist
1. GLORIA
2. Muffler
3. It’s all too much ~YUI Acoustic Version~
4. GLORIA ~Instrumental~
DVD Track
1. GLORIA Music Video
Review: Seitokai no Ichizon
12/25/2009 03:37:00 PMLeandro Nisishima
Hoje em dia muitos animes tem usado como tema de fundo um grupo de alunos do ensino médio em situações simples do cotidiano. Porém, outras se aproveitam dessa mesma fórmula e colocam algo a mais nelas. No caso de Seitokai no Ichizon o ingrediente extra são as piadas e parodias com o universo otaku de um modo geral. Há diversos tipos de brincadeiras, com os mais diversos títulos, indo desde animes, passando por mangás, visual novels, light novels e até mesmo com o próprio Seitokai no Ichizon.
Os próprios personagens do título são uma brincadeira com algum tipo de estereótipo, por vezes otaku. É o caso do protagonista Sugisaki Ken, um viciado em jogos de romance, ou se preferirem erogame. O sonho dele é ter um harém com todas as outras quatro integrantes do conselho estudantil. Numa linha parecida está Shiina Mafuyu, uma viciada em games de RPG e mangás yaoi. Ela desenha uma história, na qual o protagonista é Sugisaki Ken, e esse namora e tem relações com um rapaz.
Saindo um pouco desse núcleo bem hardcore, temos a irmã de Mafuyu, Shiina Minatsu, uma viciada em animes e jogos de ação, em especial shouens ao estilo Naruto e Dragon Ball. Além delas vale citar Chizuru Akaba, a garota com inclinações yuri e com grande dose de sadismo. Por fim, a líder do conselho estudantil é Sakurano Kurimu, uma menina pequena, mimada, com voz irritante e jeito infantil. Os cinco fazem parte do conselho estudantil do colégio Hekiyou.
Em resumo, a história de Seitokai no Ichizon envolve sempre algum assunto específico, como "o que você vai fazer no futuro?", "o que faremos para o festival escolar?", "por que entrei para o conselho?", e coisas do tipo. Para cada pergunta os protagonistas dão uma resposta, todas ligadas aos seus respectivos estereótipos. Essa variação entre perguntas e respostas de acordo com o personagem é o grande charme do anime, já que rende piadas diferentes para cada um. O ponto é que também é o grande problema, pois todo episódio segue por essa linha.
Normalmente a estrutura dos episódios é linear. Há sempre discussões desse tipo no começo do episódio, certa enrolação em determinados assuntos na metade e um momento mais sério no final. Em determinados momentos há uma quebra de ritmo muito grande, embora em outros isso acabe fluindo de maneira bem natural. Um outro problema é que praticamente o anime inteiro se passa dentro da sala do conselho estudantil. Por um lado isso evita o espectador mais atento de perceber as deficiências do Studio DEEN quando se trata de animação, embora para uma pessoa "experiente" no assunto seja fácil de saber que o DEEN sempre foi fraco nesse aspecto. Por outro, parte das situações de tédio são criadas por causa desse ambiente praticamente estático.
Seitokai no Ichizon é um anime que atraí audiência simplesmente por causa dos seus personagens e piadas. Nesse aspecto até mais do que qualquer outro, e justamente por causa do cenário de fundo. A parte boa é que a série dribla bem o seu principal problema e cada personagem tem o seu espaço garantido ao longo do anime. Talvez no final Mafuyu fique mais em evidência, mas é normal quando ela será a personagem menos abordada no começo. De um modo geral, toda personagem terá bons momentos e é difícil não simpatizar com nenhuma delas visto a variedade de personalidades do elenco principal. Há ainda um secundário, mas esse marcará pouca presença.
Um último detalhe curioso é que o nome de cada protagonista está ligado a uma estação do ano. Basta perceber que o primeiro nome de Kurimu, é Sakurano, cujo um dos kanjis vem de Sakura, considerada a flor símbolo da primavera. Minatsu carrega o kanji de Natsu, que significa verão. Akaba representaria o outono (Aki). Por sua vez temos Mafuyu, cujo fuyu vem do kanji de inverno (fuyu). Talvez para alguns isso possa parecer spoiler, mas quem entende japonês deve ter sacado esse detalhe logo de cara. É um detalhe curioso e que terá um papel mais ou menos importante no final. Mas isso deixarei a cargo do espectador descobrir.
Nota: 7,0 - Ao lado de Nyankoi!, Seitokai no Ichizon foi uma das boas comédias da temporada de outubro 2009. Embora o anime inteiro se passe dentro de um conselho estudantil, há um elenco forte de personagens e muitas piadas relacionadas a cultura otaku e o próprio estereótipo de cada um deles.
Review: Nyankoi!
12/24/2009 02:36:00 PMLeandro Nisishima
Gatos são o foco de Nyankoi!
Kousaka Junpei era apenas mais um estudante normal de ensino médio, pelo menos até o dia em que foi amaldiçoado por uma estátua em forma de gato. Não que depois da maldição ele tenha deixado de ser um estudante, mas a sua vida mudou de forma substancial. Junpei passou a ter a dura missão de ajudar 100 gatos caso não quisesse ser transformado em um deles. Dessa forma ilógica começa o enredo de Nyankoi!.
E pela sinopse é fácil perceber que Nyankoi é uma série descompromissada e que tem como propósito fazer o espectador rir. Há poucos assuntos mais sérios colocados no enredo, e para quem gosta de comédia é um prato cheio. Por outro lado, como toda comédia Nyankoi é cercado de personagens estereotipados e situações clichês, mas o anime consegue driblar bem a ausência de originalidade. E como ele faz isso?
Em parte Nyankoi se aproveita bem de muitos recursos utilizados por séries como School Rumble e Hayate no Gotoku! (a primeira temporada). Não posso deixar de dizer que em certas partes Nyankoi me fez lembrar de School Rumble. Pelo lado de Hayate isso se deve provavelmente ao fato de Kawaguchi Keiichiro ser o diretor. Chega a ser irônico que Kawaguchi tenha novamente chamado "Nabeshin" para participar de um dos episódios. Mas parece normal se tratando de um anime produzido por ele. Esse ilogismo cômico sempre fez parte das produções de Kawaguchi e Nyankoi! é apenas mais uma prova disso.
Outro ponto fundamental que ajuda em grande escala é o trabalho das seiyuus (e prefiro usar esse termo pois vale tanto para o masculino, quanto feminino) que passa com perfeição o jeito de ser das personagens. Junpei e Kaede podem não ser os melhores exemplos, mas a dublagem dos gatos e de personagens como Kotone, Akari e Nagi ficaram ótimas. O curioso tanto em Kotone como Akari, é que ambas são dubladas por Haruka Tomatsu, e embora em certos momentos seja possível perceber a semelhança no tom de voz, o jeito de falar delas acaba sendo diferente devido às suas personalidades contrárias. Aliás, Haruka tem se saído muito bem dublando personagens tsunderes, ou pelo menos "esquentadinhas" e isso pode ser visto em Corticate (de Polyphonica).
Quanto ao enredo, o principal destaque de Nyankoi! está nos casos envolvendo os gatos, já que o romance entre Junpei, Kanako e Kaede não chega a ser algo novo e rende poucas piadas. Cada gato de Nyankoi é único e chega a ser engraçado a discrepância de personalidade dos felinos. Em determinado episódio Junpei encontra um gato medroso, no outro um com problemas amorosos, isso sem falar no seu próprio felino, que sempre está com um olhar mal humorado. Há ainda os gatos de Kotone e Akari, que são completamente opostos, assim como as duas irmãs.
Claro que os gatos não são os únicos personagens do anime, embora sejam quase as estrelas principais. Mas é impossível não negar que as gêmeas Kotone, Akari e personagens como Nagi não tenham bons momentos. As gêmeas terão papel fundamental na história, já que são as únicas que sabem da maldição de Junpei, enquanto Nagi sempre dá um jeito de aparecer, mesmo que a cena nada tenha a ver com ela (e até por isso em alguns momentos acaba sendo engraçado). Isso sem falar na mãe e irmã de Junpei, que não perdem uma única chance de tirar sarro da cara dele.
Pode-se dizer que embora Nyankoi! não seja uma série com forte teor de originalidade, é um anime que sabe se aproveitar bem dos seus próprios clichês (sem jogar e abusar demais deles). E isso não deveria ser visto como ponto negativo, afinal clichê é uma situação que em algum momento da indústria deu certo e por isso é usado a exaustão. E tirando aquela horda de críticos ferrenhos e com um parafuso a menos (embora esses mesmos se glorifiquem por assistir séries cultas e coisas do tipo. E deveriam perceber que nem sempre um bom anime é feito de temas sérios), Nyankoi! pode divertir qualquer pessoa que procure por algo descontraído.
Mizuno e Junpei: o típico "casal" de comédias românticas
Nota: 7,0 - Como o nome sugere, Nyankoi! é uma comédia sobre gatos. Embora o vídeo de abertura deixe a impressão de ser uma série de fanservice com Nekomimi, NyankoI! está mais para uma comédia ao estilo School Rumble e sob a supervisão do pirado diretor que fez Hayate no Gotoku!.
Review: Ookami to Koushinryou I e II
12/23/2009 02:10:00 PMLeandro Nisishima
A sábia deusa Horo
Pensava em analisar apenas a segunda temporada (que acabei de assistir), mas como ficaria estranho publicar a review da segunda temporada sem a primeira resolvi simplesmente colocar tudo junto. Ookami to Koushinryou é mais um daqueles animes, que como tantos outros começa com uma temporada de 12 ou 13 episódios, e só tem uma segunda caso haja retorno financeiro. E como já deu para perceber por esse raciocínio, o título desfruta de alguma popularidade no Japão, tanto que a novel original já ganhou até mesmo um artigo no Mainichi Shinbun, um dos maiores jornais do país.
Ookami to Koushinryou começa contando a história de Craft Lawrence, um comerciante comum, que vive num mundo muito parecido com a Europa Medieval. Em uma das suas andanças num vilarejo do sul, ele acaba se encontrando com uma deusa em forma de lobo chamada Horo, que segundo acreditam os habitantes do local, tem a capacidade de garantir boas colheitas as pessoas. No entanto, com o avanço na agricultura e nas técnicas de cultivo, o culto a Horo tem diminuído e essa aparece em frente de Lawrence portando a sua forma humana.
Se auto intitulando como Horo, a sábia, a garota com orelhas e rabo de lobo decide viajar com Lawrence, já que depois de algumas discussões esse decide levá-la até a sua terra natal, um vilarejo ao norte chamado Yoitsu. A partir daí Horo e Lawrence passarão por várias aventuras. E por mais clichê que a frase possa parecer, esqueça completamente do padrão de aventura introduzido por boa parte dos animes e mangás. Como bem dito anteriormente, Lawrence é apenas um comerciante comum. Ele não possui poderes especiais e nada que o diferencie de um humano normal.
A sua única habilidade é a de comerciante, e sendo assim, esse será o grande foco do anime. Quem gosta de assuntos relacionados a comércio amará Ookami to Koushinryou e mesmo quem não gosta poderá começar a pelo menos dar mais atenção ao tema. O papel de Horo na história será o de auxiliar Lawrence em seus negócios, já que a experiência como uma deusa antiga realmente está presente em Horo, não é apenas uma divindade de fachada como acontece com tantas outras personagens no estilo.
Além disso, um dos pontos altos são os comentários irônicos que Horo faz de Lawrence. Na primeira temporada vemos o quanto esse último se deixa levar facilmente pelos comentários da simpática loba, enquanto que com o passar do tempo Lawrence começará a responder e ironizar os comentários de sua companheira. Mesmo Horo, mudará a sua forma de pensar em relação a Lawrence, mostrando que o anime, desde cedo, dá grande enfoque aos personagens.
De um modo geral, a história das duas temporadas pode ser dividida em quatro arcos, dois para cada temporada. Todos eles dão enfoque a algum tipo de negócio na qual Lawrence se envolve. A primeira temporada se utiliza de casos onde Lawrence tem uma importância maior e envolve troca de moedas e contrabando de ouro. Já na segunda, a presença de Horo é grande, na medida em que as negociações a envolvem, tanto por causa de comerciantes interessante em "namorá-la", quanto em simplesmente vendê-la em troca de dinheiro.
O interessante é que cada arco de história vai aos poucos introduzindo o fascinante universo de Ookami to Koushinryou. É um dos poucos animes da atualidade a usar a realidade nua e crua para criar o seu enredo. Os únicos detalhes mais fantasiosos são justamente a Horo e alguns lobos de tamanho irreal. Mas de resto, a fantasia no anime vem justamente da ambientação de uma Europa feudal rumo ao mercantilismo, das intrigantes trocas comerciais, guildas de comerciantes, câmbio de moedas e outros assuntos relacionados a comércio e por vezes economia.
No meio desse mundo e enredo vamos aos poucos sendo apresentados a personagens diferentes, que nem sempre serão amigáveis com Lawrence, cada qual apenas pensando em si mesmo e no lucro que poderá ter com determinado negócio. Diria que poucas são as personagens no anime que agem por pura bondade e benevolência. E isso ajuda a contar pontos, já que personagens estereotipados aparecem em pouca quantidade e por isso a história sempre está cercada de mistério. Por se tratar de um tema com várias possibilidades de desfecho e rumo, os arcos de Ookami to Koushinryou são imprevisíveis e só mesmo tendo alguma noção de comércio para poder fazer suposições em torno do enredo.
Talvez a segunda temporada deixe pistas mais claras, já que embora Lawrence continue sendo um comerciante frio e calculista, o fato das trocas envolverem Horo nessa segunda parte da história mexerá com o lado pessoal dele, o que ajuda em grande escala na hora de adivinhar as ações do rapaz. Mas de um modo geral, cada episódio de Ookami reservará uma nova surpresa. Vale dizer também que a produção do anime passou pelas mãos do IMAGIN e do Brains Base. Não houve mudanças significativas na forma de se produzir o anime, diria apenas que a animação do Brains Base é mais constante.
O IMAGIN é um estúdio extremamente pequeno, mas mesmo assim soube produzir uma bela primeira temporada. Sempre gosto de destacar o cuidado dado aos cenários e a boa coloração utilizada nos cenários campestres, nos grandes castelos e portões das cidades. Em termos de ambientação Ookami é um anime sensacional. Não é surpresa nenhuma que até o Mainichi Shinbun tenha dado atenção a novel original.
Horo novamente ironizando Lawrence
Nota: 8,5 - Ookami to Koushinryou é um anime ambientado num perfeito cenário de RPG. Mas ele é tudo menos isso. Aqui temos um simples comerciante que sai em viagem com uma sábia deusa loba, numa missão que envolve trocas comerciais e outros assuntos que simplesmente nunca foram abordados em jogos e animes no estilo. Só por esse detalhe é possível perceber o quanto esse título é único.
Review: Fight Ippatsu! Juuden-chan
12/22/2009 08:54:00 PMLeandro Nisishima
Níveis de depressão: eles variam de A a F (sendo o A o mais grave)
Quem acompanha o Subete Animes deve se lembrar que Fight Ippatsu! Juuden-chan foi uma série muito criticada, sobretudo por causa do excesso de fanservice desnecessário (embora só tivesse assistido um episódio naquela época). Contudo, nem todas as críticas que li sobre o anime foram negativas, e alguns sites bem severos deram uma ótima nota para Juuden-chan (nada de outro mundo, mas acima do que se espera de uma série ecchi). Só isso foi o suficiente para me fazer reconsiderar a minha opinião inicial e nessa segunda vez frente ao anime, apenas digo que ele não é tão ruim assim quando aparenta. O que realmente estraga a série (e como já foi dito) é o excesso de fanservice desnecessário, mas em alguns casos, é bem verdade que esse fanservice renda algumas piadas interessantes e até parodia justamente o uso desse recurso em outros animes.Se for possível ignorá-lo o espectador estará diante de um enredo, que se não é brilhante, a menos é divertido, por vezes sério e cercado de personagens carismáticos (e eles não são carismáticos por causa do fanservice e moe). A história do anime envolve um grupo chamado Juuden-chan, que vive num universo paralelo e tem como missão "recarregar" as pessoas da Terra (ou se preferirem do Japão). Por recarregar pense exatamente no termo literal. Em resumo, quando uma Juuden-chan encontra uma pessoa depressiva e de mau humor, ela literalmente enfia uma tomada atrás dela e joga uma grande descarga elétrica, reanimando a mesma.
Essa temática pode parecer ridícula inicialmente devido a roupa fanservice das Juuden-chans (a Plug não será a única), ao instrumento usado e as situações "bestas" na qual Plug se envolve. Por outro lado, na medida em que a história avança é possível ganhar simpatia tanto pela protagonista, quanto pelas próprias vitimas. Diria que Fight Ippatsu seria uma espécie de Jigoku Shoujo ou Shigofumi virado de cabeça para baixo. Ao longo do anime teremos vários casos de pessoas com problemas sociais, e a resolução da maior parte dos casos virá de forma um tanto quanto bem humorada. E no meio disso há até destaque especial para a protagonista Plug, já que ela recarrega as pessoas de uma maneira diferente e especial (e não posso entrar em maiores detalhes quanto a isso).
E é impossível não simpatizar com a personagem ao longo do anime. De começo, Plug parece uma típica garota moe e cercada de inocência, mas como sempre dizem, as aparências enganam. Plug é tudo menos inocente e não vou negar que a menina por vezes tenha pensamentos pervertidos, mas ao lado deles há um forte senso de humor e justiça (por mais clichê que a frase possa parecer). Inicialmente tive raiva da Plug, mas ao longo dos episódios cheguei ao ponto de simplesmente torcer por ela em praticamente todas as suas missões.
Além dela, há um elenco de muito carisma. Vou começar apresentando Alesta, uma Juuden-chan que forma dupla com Plug. Ela é a perfeita personificação de uma personagem tsundere, mas tudo levado para o lado da paródia. Alesta não chega a render tantas piadas quanto Plug, e a personalidade dela até por ser bem padrão não tem o brilho presente em Plug (o que não muda o fato de que Alesta é o alvo perfeito para uma personagem "sapeca" como Plug). Por outro lado sua importância será alta na história, então obviamente valia a pena comentar.
Mas se tem um personagem de grande presença, esse sem dúvidas é Sentou (sem piadas, por favor). O rapaz é uma das poucas pessoas do mundo normal que pode enxergar as Juuden-chans, e estará presente desde o começo da história, graças a depressão da sua irmã Hakone. O jeito diferente de Plug resolver os problemas das pessoas (ao contrário de Juuden-chans sérias como Alesta) atrairá a atenção de Sentou, embora ele nunca dispense bater em Plug com um bastão de beisebol, quando essa passa dos limites.
Alguém pode estar achando estranho o fato de dar tanta atenção aos personagens, mas é justamente isso que faz Juuden-chan pelo menos valer o seu tempo. Tirando o fanservice cada personagem tem uma personalidade única, que com o tempo cativará o espectador. Junto disso, a temática ajuda em grande escala, já que cada caso não está ali apenas para ser resolvido, eles dão rumo para a história e serão importantes do ponto de vista do desenvolvimento dos personagens, em especial o trio Plug, Alesta e Sentou.
Há ainda uma história paralela de Mahou Shoujo que diz um pouco sobre o enredo, e ironicamente é usada por Plug nos momentos em que ela precisa de inspiração. Para dizer a verdade há cenas ali um tanto quanto inadequadas mesmo para um anime que foi exibido de madrugada. Em certos momentos foi um recurso meio mal utilizado pelos produtores (poderia simplesmente estar ausente, ou pelo menos ser mais leve), embora carregue o forte ar de paródia já citado aqui.
De qualquer jeito, caso tenha uma boa capacidade de abstração, goste de comédias ecchi, esteja a procura de algo divertido e com personagens cativantes, e ainda tudo isso junto com algum enredo de fundo (e nesse ponto embora Juuden-chan não seja excelente, já está acima de um K-ON!. Não que esse último tivesse algum enredo para efeito de comparação), Fight Ippatsu! pode ser a escolha certa.
Sentou tentando educar a desligada Plug
Nota: 6,0 - Sempre me perguntam o motivo para atacar as séries ecchi, e digo que o grande problema delas é ter apenas personagens que só servem para mostrar a calcinha e os peitos. Não que Juuden-chan não seja assim, mas pelo menos o título dá atenção aos seus personagens e enredo (apesar de não negar o final aberto e decepcionante).
Review: Seiken no Blacksmith
12/21/2009 03:07:00 PMGrandes batalhas...
A primeira vista Seiken no Blacksmith pode parecer um game de RPG em formato anime. E de fato, o título é quase isso. Por outro lado, não posso deixar de dizer que a série passa longe de ter um enredo fantástico e bem amarrado como os grandes nomes do gênero, e nesse caso é impossível não lembrar de Final Fantasy, Star Ocean, a série Tales of e tantos outros grandes nomes dos RPGs. Todos os elementos (ou se preferirem, os clichês) presentes nos grandes e pequenos games do gênero se fazem presentes no anime, porém com um ar a mais de fanservice. A quantidade é pequena e aparece em momentos isolados, mas a própria protagonista Cecily já é uma espécie de fanservice ambulante graças ao visual da sua armadura.
Não que o fanservice em si estrague o anime, afinal, como bem dito, é em quantidade pequena e em determinados momentos rende boas piadas. O grande problema está na inconsistência do enredo e na sensação de vazio que ele passa. A história está centralizada em Cecily Campbell, uma guerreira provinda de uma grande família famosa em sua cidade. No início Cecily conhece Luke Ainsworth, que a salva de um monstro. Cecily fica impressionada com a técnica de espada de Luke, bem como com a sua fiel Katana (espada japonesa), totalmente diferente das outras espadas (que são todas baseadas no visual europeu).
Com esse início simples, aos poucos Seiken vai revelando o seu enredo, e a história segue sendo centralizada em Cecily, mas percebemos que Luke e a sua ajudante Lisa, vão aos poucos ganhando espaço. Chegará um determinado momento em que novos personagens serão introduzidos a trama, e boa parte deles estão ligados as chamadas espadas demoníacas, que são o grande ponto central do enredo como um todo. O grande problema nisso tudo é que ao longo desses doze episódios pouco se fala sobre o universo do anime, há um enfoque exagerado nessas sagradas espadas, que no fim terão pouca presença.
E no caso de Seiken, os clichês básicos de games de RPG só servem para piorar a trama, pois não há um tema central na obra como um todo. E isso acaba tornando o anime totalmente sem nexo e rumo. As únicas personagens mais carismáticas são Lisa e Aria, já que Luke é o típico guerreiro caladão e tímido, e Cecily a guerreira que não foge à luta. O elenco secundário não ajuda muito, já que se faz pouco presente. E a menos nessa primeira parte (pelos eventos finais teremos uma segunda temporada), o anime é até mesmo ausente de um grande vilão que possa a menos captar a atenção de quem assiste.
O que salva o anime são os combates que vez ou outra acontecem ao longo dos episódios. As animações em grande parte são fluídas e entregam ação na medida certa, que ajudam a quebrar os momentos maçantes de conversa que nunca levam a história para caminho algum. A trilha sonora também possui determinadas faixas marcantes, sobretudo os temas de batalha, e talvez essa seja uma das poucas coisas que Seiken herdou de bom dos grandes RPGs. Caso realmente tenha uma segunda temporada espero que revelem mais detalhes sobre o universo e alguns personagens, afinal nenhum grande game ou anime no estilo consegue ser bem sucedido num ambiente limitado a poucas personagens e uma única cidade.
Não que o fanservice em si estrague o anime, afinal, como bem dito, é em quantidade pequena e em determinados momentos rende boas piadas. O grande problema está na inconsistência do enredo e na sensação de vazio que ele passa. A história está centralizada em Cecily Campbell, uma guerreira provinda de uma grande família famosa em sua cidade. No início Cecily conhece Luke Ainsworth, que a salva de um monstro. Cecily fica impressionada com a técnica de espada de Luke, bem como com a sua fiel Katana (espada japonesa), totalmente diferente das outras espadas (que são todas baseadas no visual europeu).
Com esse início simples, aos poucos Seiken vai revelando o seu enredo, e a história segue sendo centralizada em Cecily, mas percebemos que Luke e a sua ajudante Lisa, vão aos poucos ganhando espaço. Chegará um determinado momento em que novos personagens serão introduzidos a trama, e boa parte deles estão ligados as chamadas espadas demoníacas, que são o grande ponto central do enredo como um todo. O grande problema nisso tudo é que ao longo desses doze episódios pouco se fala sobre o universo do anime, há um enfoque exagerado nessas sagradas espadas, que no fim terão pouca presença.
E no caso de Seiken, os clichês básicos de games de RPG só servem para piorar a trama, pois não há um tema central na obra como um todo. E isso acaba tornando o anime totalmente sem nexo e rumo. As únicas personagens mais carismáticas são Lisa e Aria, já que Luke é o típico guerreiro caladão e tímido, e Cecily a guerreira que não foge à luta. O elenco secundário não ajuda muito, já que se faz pouco presente. E a menos nessa primeira parte (pelos eventos finais teremos uma segunda temporada), o anime é até mesmo ausente de um grande vilão que possa a menos captar a atenção de quem assiste.
O que salva o anime são os combates que vez ou outra acontecem ao longo dos episódios. As animações em grande parte são fluídas e entregam ação na medida certa, que ajudam a quebrar os momentos maçantes de conversa que nunca levam a história para caminho algum. A trilha sonora também possui determinadas faixas marcantes, sobretudo os temas de batalha, e talvez essa seja uma das poucas coisas que Seiken herdou de bom dos grandes RPGs. Caso realmente tenha uma segunda temporada espero que revelem mais detalhes sobre o universo e alguns personagens, afinal nenhum grande game ou anime no estilo consegue ser bem sucedido num ambiente limitado a poucas personagens e uma única cidade.
e algumas magias: pena que seja só isso
Nota: 5,0 - Apesar do início aparentar que teremos uma grande história de RPG cercada de fantasia, magias lindas e personagens carismáticos, Seiken acaba se limitando apenas aos clichês básico, possuindo somente a parte técnica aceitável.
J-Music: The Kira Justice - entrevista
12/14/2009 12:34:00 AM
por Thiago3T (Equipe KS)
*****
Show - The Kira Justice - Shinobi Spirit




*****
Para conhecer mais sobre The Kira Justice:
Orkut - www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=40173505
MySpace - www.myspace.com/thekirajustice
Twitter - twitter.com/thekirajustice
Fotolog - www.fotolog.com.br/kirajustice
Para baixar as músicas, CLIQUE AQUI.

Foto depois do show
No dia 13 de novembro, a banda The Kira Justice realizou show em Curitiba. Fizeram o encerramento do evento Shinobi Spirit. Tocando músicas de animes nas versões brasileiras, sendo algumas com letras próprias, além apresentaram gamesongs ( como Zelda) e outros temas, como de Star Wars e Os Simpsons, conseguiram agitar bastante o público presente, pulando e cantando as músicas.
Esta foi a segunda apresentação deles na cidade. E, antes do show, o Kotatsu Shinbun realizou uma entrevista com os integrantes, a qual vocês podem conferir abaixo:

Sarisa – vocalista e tecladista
Alice – baixista
Matheus – guitarrista e vocalista
Rapahel – baterista
KS: Quando a banda foi formada?
Matheus: Em outubro de 2007. Inclusive fizemos uma comemoração especial de 2 anos, com a gravação do EP.
KS: Esta é a segunda vez de vocês aqui em Curitiba. Infelizmente, eu não tive a oportunidade de ver o show. Então queria saber como foi....
Matheus: Foi muito bom. Tanto que conversamos com o Nanael (organizador do evento) para podermos voltar aqui. Fomos muito bem recebidos na primeira vez. Viemos para cá sem expectativa nenhuma e tocar junto com as bandas locais, pensamos que o público não fosse gostar. Além de comentários de que o povo daqui não iria nos recebem bem. Tudo mentira.
KS: Como curitibano, falam que o povo aqui é muito frio quanto a relacionamentos...
Matheus: Esse mito caiu na hora que chegamos para fazer o show. O pessoal participou muito, pulando e cantando junto nas músicas. Foi uma experiência muito boa. Tanto que nesta segunda vez, já estamos nos sentido em casa.

Eu, Alice, Elvi (baterista da banda “The Midnight ProjeKt") Luiza (cosplayer daqui), Matheus, Rafael e Sarisa
KS: É a primeira vez do Rafael aqui em Curitiba. Está ansioso? Já que o resto da banda fala bem da cidade.
Raphael: Humm... nem tanto, mas sempre tem um pouco, por estar em um lugar novo.
KS: É o primeiro show dele então?
Raphael: Não, não. Sou um dos integrantes originais da banda.
Matheus: O primeiro baterista foi ele. Mas ele se afastou por um tempo, entrando outro em seu lugar. E foi esse quem tocou com a banda em Curitiba. Por acaso o nome dele era Tiago (risos). E agora, o Raphael retornou. Então, ele o baterista original da banda. No início éramos nos três (Matheus, Alice e Raphael), sendo que a Sarisa entrou depois.
KS: O foco da banda são além de animesongs, gamesongs também....
Matheus: Na verdade, a gente toca tudo de um pouco que é de bom e nostálgico. Lógico que o foco são músicas de animes, por tocarmos em eventos com essa temática. Mas a gente toca tudo que for gostoso de lembrar e fazer um arranjo com o rock.
KS: E falando em animes, quais são os favoritos de cada um?
Matheus: Meu favorito ainda é Death Note. Tanto que o nome da banda veio da obra. E Elfen Lied.
Raphael: Sou fã de Death Note, Tsubasa Chronicles, mas principalmente de Cavaleiros do Zodíaco. Por ser bem nostálgico. O primeiro anime que assisti. E Pokémon também.
Alice: Eu gosto também de Tsubasa Chronicles, de Gundam, Tenjou Tenge. Eu tenho um lista enorme.
Sarisa: E amo Love Hina!
KS: Eu adoro também! É meu mangá favorito! Ganhou pontos comigo. (risos)
Sarisa: Também comecei pelo mangá, e depois vendo todo o anime. Nossa, muito bom!

Fazendo outra entrevista.
KS: E entre os games, quais são? Tem preferência também por jogos mais retrôs, ou atuais?
Matheus: Final Fantasy VII é o meu favorito.
Raphael: Zelda: Ocarina of Time, com toda certeza.
Alice: Eu gosto de games mais antigos. Até porque eu acho que tenho algum problema de labirintite para coisas em 3D. (risos) Também de FFIX, Pokémon de versões de Gameboy e Sonic.
KS: Emulador....
Mahteus: Emulador não pode falar.... (risos) ninguém usa isso aqui.
Sarisa: Gosto de FF V, de onde vem o meu apelido (Sarisa), e FF VII. Entre os mais recentes, Resident Evil 4. Eu adoro! Muito emocionante!
KS: Uma grande realização de uma banda é gravar um disco. E vocês acabaram de fazer isso. Como foi a experiência e o resultado?
Matheus: Bem, a gente já gravava músicas e disponibilizava na internet faz tempo. Mas preparar uma produção independente e dizer que este trabalho é nosso, é o que temos para mostrar, é uma coisa bem diferente. Inclusive, preparamos uma data de lançamento, campanha de divulgação junto aos fãs que nos ajudaram bastante. E teve um pré-lançamento na Rádio Animix. E no lançamento oficial, chegamos a mil downloads no link que disponibilizamos, pelo canal do Twitter. Foi muito mais do que esperávamos.
KS: Não chegou a ser um Top Oricon no Japão....
Matheus: Não, ainda não chegamos lá. (risos)

Um lanche antes do show (esta foto não foi patrocinada)
KS: Uma das novidades no EP é que possuem músicas próprias, sendo versões de Dragon Ball Z e Cavaleiros do Zodíaco, como uma inédita...
Matheus: Essa proposta sempre esteve desde o início da banda. A gente não é uma banda cover. Os covers nossos se limitam as músicas de Death Note. O resto são músicas que adaptamos para o rock, como as de Pokémon e CDZ. Se é para ouvir igual, eu prefiro escutar da banda que fez as músicas. Além de fazer versões diferentes traz uma identidade para nós durante os shows. Sobre ter músicas próprias, é ter a idéia de produzir algo, de poder dizer que é seu.
KS: Falar sobre uma dessas versões, “Nem que você desejasse”, que é a de Dragon Ball. Do que a letra fala?
Matheus: Todas as inspirações das músicas a gente pega de momentos e situações que se repetem nos animes. Em Dragon Ball a idéia é do vilão que aparece, e que o herói mostra de como poder ser melhor, em se superar. A superação.
KS: Tirando as músicas de Death Note, qual que vocês mais gostam de tocar?
Matheus: Não vale DN....
KS: Não, não vale desta vez.... (risos) dificultar um pouco.
Alice: Eu gosto da música tema dos Power Rangers.
Raphael: Sou muito nostálgico, para mim é "Pegasus Fantasy" e "Soldier Dream". Quase morri quando vi Nobuo Yamada cantando ao vivo.
Matheus: Atualmente, curto tocar "We Gotta Power", de DBZ. E escutar, o tema de Pokemon.
Rapahel: Também o tema em português de Dragon Ball GT. Mesmo o público não ter gostado do anime tanto como nas outras versões, a música é linda.
Sarisa: Eu gosto de "We Are", de One Piece.
KS: E artistas japoneses, alguém que gostariam de conhecer ou tocar junto?
Matheus: Maximun the Hormone.
Rafael: Eu fico com Akira Kishieda e Nobuo Yamada.
KS: Jam Project também...
Rafael: ... pode ser. (risos)
Alice: Maximun the Hormone também.
Sarisa: Eu gosto de Dir in Grey, X-Japan...
KS: Mesmo sendo um banda recente, já são bastante conhecidos, realizando shows fora do Rio Grande do Sul, como em aqui em Curitiba e São Paulo. Vocês esperavam isso?
Matheus: Claro que não! Foi muito inesperado. Conforme fomos acompanhando o crescimento e receptividade da banda, começamos a correr atrás, de que podemos ir mais além. Mas não era a intenção no começo. Se tocássemos nos eventos de Porto Alegre está bom.
Alice: Ninguém esperava. Achávamos que seria uma bandinha que tocasse de vez em quando.
Matheus: Exato. Mas as coisas foram crescendo, e a gente começou a correr atrás também para corresponder essa expectativa.
KS: Vocês possuem algum projeto futuro, músicas novas?
Rafael: É segredo.
Matheus: Segredo é quando um cara não sabe o que quer. (risos) O plano é levar nossa música para mais pessoas. Existe a idéia de que se formou uma certa bolha em torno do mundo otaku. O pessoal já está mais aberto, aparecendo reportagens na TV, mas, ainda assim, são aqueles eventos que reúnem uns caras fantasiados...
Rafael: Bando de malucos que gostam de animes...
Alice: Só focam os cosplays...
Matheus: ... que olham, mas só pelo lado de fora, como uma bolha. Mas você pensa... quem eram essas pessoas que assistiam Pokemon, Digimon, CDZ, Shurato. É a nossa intenção é essa, é trazer o anime para pessoas que gostam de anime, mas não se deram conta disso ainda. Claro que tem pessoas que curte, mas existem aquelas que curtem e que vê de fora, como se não pudessem existir eventos com a temática. Os eventos tem bastante coisas para oferecer. E nós queremos levar o nosso som, e a cultura japonesa pop que está se formando ainda, para todos que estejam interessados. Agregar algo a mais.
KS: E para terminar, deixar uma mensagem para seus fãs?
Matheus: Não tenha uma coisa que não seja "muito obrigado". Porque a galera que baixa nossas músicas, que vai em nossos shows, que compra um camiseta nossa e divulga a banda pela internet, isso é que faz a gente existir, estar aqui até hoje. É o mais importante para nós. E só tem que agradecer aos fãs e amigos, pessoas que ouvem de vez enquanto, todos que nos apóiam. E também a você, que veio realizar essa entrevista. Foi muito legal. Valeu.
Sarisa: Eu agradeço muito a recepção. Nossa, vir uma segunda vez aqui em Curitiba, no mesmo ano, está sendo demais. Ainda mais com esse clima (obs: estava nublado no dia, e choveu de manhã). Em Porto Alegre, se chove ninguém vai. (risos) Estou muito feliz.
KS: E se não gostar da banda, você colocam o nome do Death Note e acabam com a pessoa...
(risos)
Matheus: A gente aguenta de que não gostem.
Alice: Não dá para todo mundo gostar....
Rafael: Eu também queria agradecer o pessoal que vem e gostam de nosso trabalho. É muito bom saber. É fora de série. Estudo vestibular para medicina...
KS: Nossa!
Rafael: É "brabo"! E só estou na banda por puro prazer.
Sarisa: Eu estou me sentindo tanto em Porto Alegre, que até os pombos do centro vêm aqui, tchê! (riso)
Rafael: Ela nunca fala "tchê"....
Matheus: Só para parecer gaúcha.. (risos)
KS: Muito obrigado pela entrevista. E bom show para vocês!
Todos: Valeu!
Esta foi a segunda apresentação deles na cidade. E, antes do show, o Kotatsu Shinbun realizou uma entrevista com os integrantes, a qual vocês podem conferir abaixo:
Sarisa – vocalista e tecladista
Alice – baixista
Matheus – guitarrista e vocalista
Rapahel – baterista
KS: Quando a banda foi formada?
Matheus: Em outubro de 2007. Inclusive fizemos uma comemoração especial de 2 anos, com a gravação do EP.
KS: Esta é a segunda vez de vocês aqui em Curitiba. Infelizmente, eu não tive a oportunidade de ver o show. Então queria saber como foi....
Matheus: Foi muito bom. Tanto que conversamos com o Nanael (organizador do evento) para podermos voltar aqui. Fomos muito bem recebidos na primeira vez. Viemos para cá sem expectativa nenhuma e tocar junto com as bandas locais, pensamos que o público não fosse gostar. Além de comentários de que o povo daqui não iria nos recebem bem. Tudo mentira.
KS: Como curitibano, falam que o povo aqui é muito frio quanto a relacionamentos...
Matheus: Esse mito caiu na hora que chegamos para fazer o show. O pessoal participou muito, pulando e cantando junto nas músicas. Foi uma experiência muito boa. Tanto que nesta segunda vez, já estamos nos sentido em casa.
KS: É a primeira vez do Rafael aqui em Curitiba. Está ansioso? Já que o resto da banda fala bem da cidade.
Raphael: Humm... nem tanto, mas sempre tem um pouco, por estar em um lugar novo.
KS: É o primeiro show dele então?
Raphael: Não, não. Sou um dos integrantes originais da banda.
Matheus: O primeiro baterista foi ele. Mas ele se afastou por um tempo, entrando outro em seu lugar. E foi esse quem tocou com a banda em Curitiba. Por acaso o nome dele era Tiago (risos). E agora, o Raphael retornou. Então, ele o baterista original da banda. No início éramos nos três (Matheus, Alice e Raphael), sendo que a Sarisa entrou depois.
KS: O foco da banda são além de animesongs, gamesongs também....
Matheus: Na verdade, a gente toca tudo de um pouco que é de bom e nostálgico. Lógico que o foco são músicas de animes, por tocarmos em eventos com essa temática. Mas a gente toca tudo que for gostoso de lembrar e fazer um arranjo com o rock.
KS: E falando em animes, quais são os favoritos de cada um?
Matheus: Meu favorito ainda é Death Note. Tanto que o nome da banda veio da obra. E Elfen Lied.
Raphael: Sou fã de Death Note, Tsubasa Chronicles, mas principalmente de Cavaleiros do Zodíaco. Por ser bem nostálgico. O primeiro anime que assisti. E Pokémon também.
Alice: Eu gosto também de Tsubasa Chronicles, de Gundam, Tenjou Tenge. Eu tenho um lista enorme.
Sarisa: E amo Love Hina!
KS: Eu adoro também! É meu mangá favorito! Ganhou pontos comigo. (risos)
Sarisa: Também comecei pelo mangá, e depois vendo todo o anime. Nossa, muito bom!
Fazendo outra entrevista.
KS: E entre os games, quais são? Tem preferência também por jogos mais retrôs, ou atuais?
Matheus: Final Fantasy VII é o meu favorito.
Raphael: Zelda: Ocarina of Time, com toda certeza.
Alice: Eu gosto de games mais antigos. Até porque eu acho que tenho algum problema de labirintite para coisas em 3D. (risos) Também de FFIX, Pokémon de versões de Gameboy e Sonic.
KS: Emulador....
Mahteus: Emulador não pode falar.... (risos) ninguém usa isso aqui.
Sarisa: Gosto de FF V, de onde vem o meu apelido (Sarisa), e FF VII. Entre os mais recentes, Resident Evil 4. Eu adoro! Muito emocionante!
KS: Uma grande realização de uma banda é gravar um disco. E vocês acabaram de fazer isso. Como foi a experiência e o resultado?
Matheus: Bem, a gente já gravava músicas e disponibilizava na internet faz tempo. Mas preparar uma produção independente e dizer que este trabalho é nosso, é o que temos para mostrar, é uma coisa bem diferente. Inclusive, preparamos uma data de lançamento, campanha de divulgação junto aos fãs que nos ajudaram bastante. E teve um pré-lançamento na Rádio Animix. E no lançamento oficial, chegamos a mil downloads no link que disponibilizamos, pelo canal do Twitter. Foi muito mais do que esperávamos.
KS: Não chegou a ser um Top Oricon no Japão....
Matheus: Não, ainda não chegamos lá. (risos)
KS: Uma das novidades no EP é que possuem músicas próprias, sendo versões de Dragon Ball Z e Cavaleiros do Zodíaco, como uma inédita...
Matheus: Essa proposta sempre esteve desde o início da banda. A gente não é uma banda cover. Os covers nossos se limitam as músicas de Death Note. O resto são músicas que adaptamos para o rock, como as de Pokémon e CDZ. Se é para ouvir igual, eu prefiro escutar da banda que fez as músicas. Além de fazer versões diferentes traz uma identidade para nós durante os shows. Sobre ter músicas próprias, é ter a idéia de produzir algo, de poder dizer que é seu.
KS: Falar sobre uma dessas versões, “Nem que você desejasse”, que é a de Dragon Ball. Do que a letra fala?
Matheus: Todas as inspirações das músicas a gente pega de momentos e situações que se repetem nos animes. Em Dragon Ball a idéia é do vilão que aparece, e que o herói mostra de como poder ser melhor, em se superar. A superação.
KS: Tirando as músicas de Death Note, qual que vocês mais gostam de tocar?
Matheus: Não vale DN....
KS: Não, não vale desta vez.... (risos) dificultar um pouco.
Alice: Eu gosto da música tema dos Power Rangers.
Raphael: Sou muito nostálgico, para mim é "Pegasus Fantasy" e "Soldier Dream". Quase morri quando vi Nobuo Yamada cantando ao vivo.
Matheus: Atualmente, curto tocar "We Gotta Power", de DBZ. E escutar, o tema de Pokemon.
Rapahel: Também o tema em português de Dragon Ball GT. Mesmo o público não ter gostado do anime tanto como nas outras versões, a música é linda.
Sarisa: Eu gosto de "We Are", de One Piece.
KS: E artistas japoneses, alguém que gostariam de conhecer ou tocar junto?
Matheus: Maximun the Hormone.
Rafael: Eu fico com Akira Kishieda e Nobuo Yamada.
KS: Jam Project também...
Rafael: ... pode ser. (risos)
Alice: Maximun the Hormone também.
Sarisa: Eu gosto de Dir in Grey, X-Japan...
KS: Mesmo sendo um banda recente, já são bastante conhecidos, realizando shows fora do Rio Grande do Sul, como em aqui em Curitiba e São Paulo. Vocês esperavam isso?
Matheus: Claro que não! Foi muito inesperado. Conforme fomos acompanhando o crescimento e receptividade da banda, começamos a correr atrás, de que podemos ir mais além. Mas não era a intenção no começo. Se tocássemos nos eventos de Porto Alegre está bom.
Alice: Ninguém esperava. Achávamos que seria uma bandinha que tocasse de vez em quando.
Matheus: Exato. Mas as coisas foram crescendo, e a gente começou a correr atrás também para corresponder essa expectativa.
KS: Vocês possuem algum projeto futuro, músicas novas?
Rafael: É segredo.
Matheus: Segredo é quando um cara não sabe o que quer. (risos) O plano é levar nossa música para mais pessoas. Existe a idéia de que se formou uma certa bolha em torno do mundo otaku. O pessoal já está mais aberto, aparecendo reportagens na TV, mas, ainda assim, são aqueles eventos que reúnem uns caras fantasiados...
Rafael: Bando de malucos que gostam de animes...
Alice: Só focam os cosplays...
Matheus: ... que olham, mas só pelo lado de fora, como uma bolha. Mas você pensa... quem eram essas pessoas que assistiam Pokemon, Digimon, CDZ, Shurato. É a nossa intenção é essa, é trazer o anime para pessoas que gostam de anime, mas não se deram conta disso ainda. Claro que tem pessoas que curte, mas existem aquelas que curtem e que vê de fora, como se não pudessem existir eventos com a temática. Os eventos tem bastante coisas para oferecer. E nós queremos levar o nosso som, e a cultura japonesa pop que está se formando ainda, para todos que estejam interessados. Agregar algo a mais.
KS: E para terminar, deixar uma mensagem para seus fãs?
Matheus: Não tenha uma coisa que não seja "muito obrigado". Porque a galera que baixa nossas músicas, que vai em nossos shows, que compra um camiseta nossa e divulga a banda pela internet, isso é que faz a gente existir, estar aqui até hoje. É o mais importante para nós. E só tem que agradecer aos fãs e amigos, pessoas que ouvem de vez enquanto, todos que nos apóiam. E também a você, que veio realizar essa entrevista. Foi muito legal. Valeu.
Sarisa: Eu agradeço muito a recepção. Nossa, vir uma segunda vez aqui em Curitiba, no mesmo ano, está sendo demais. Ainda mais com esse clima (obs: estava nublado no dia, e choveu de manhã). Em Porto Alegre, se chove ninguém vai. (risos) Estou muito feliz.
KS: E se não gostar da banda, você colocam o nome do Death Note e acabam com a pessoa...
(risos)
Matheus: A gente aguenta de que não gostem.
Alice: Não dá para todo mundo gostar....
Rafael: Eu também queria agradecer o pessoal que vem e gostam de nosso trabalho. É muito bom saber. É fora de série. Estudo vestibular para medicina...
KS: Nossa!
Rafael: É "brabo"! E só estou na banda por puro prazer.
Sarisa: Eu estou me sentindo tanto em Porto Alegre, que até os pombos do centro vêm aqui, tchê! (riso)
Rafael: Ela nunca fala "tchê"....
Matheus: Só para parecer gaúcha.. (risos)
KS: Muito obrigado pela entrevista. E bom show para vocês!
Todos: Valeu!
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J-Music: Ayumi Hamasaki - Arena Tour 09
12/06/2009 11:35:00 PM
por Julian Tuck (colaborador)
Confira alguns vídeos dos momentos mais marcantes da apresentação:
Days
Sunrise ~LOVE is ALL~
Rule e UNITE!
Ano vai e vem, e Ayumi Hamasaki, uma das J Singers favoritas do país dos olhos puxados, acalenta seus poderosos rituais de lançar uma grande turnê no final de cada anuário, com os sucessos e faixas de seus mais recentes álbuns.

O Arena Tour 09 não pode ser considerado o melhor da diva, mas é digno de entrar pra lista dos shows mais bem produzidos da história da cantora.
Quem sabe por humildade da própria cantora as apresentações deste ano foram mais simplórias, ao contrário do que tivemos em 2008 com pitadas exageradas de efeitos especiais, e até um carrossel com Ayumi em forma de boneca cantando Marionette. Neste ano conferimos uma Ayumi mais simplória, apelando mais pra emoção que pro "encher os olhos com brilho e explosões".
Sem mais delongas, vamos discorrer, tópico por tópico, do que saiu da voz de Ayumi, no show maioral de sua carreira em 2009.
No palco temos a escuridão característica e o suspense clássicos dos shows da moça, ao que repentinamente uma horda de imagens brotam do telão com a intro Pieces of Seven.
Fico um pouco indignado com a falta de emoção com que o povo japonês recebe a abertura do único show master de uma das cantoras mais fodas no Japão. Quem sabe faça parte da própria cultura japonesa não receber de braços tão abertos e com tanto orgasmo artistas consagrados que conquistam nossos ouvidos com doce música, mas, ainda assim, acho que devia ter mais esfregação, gritos e potência do público aclamando a cantora. Ponto positivo pra nós, brazucas neste sentido.
Eis que uma horda de dançarinos surgem no palco com guardachuvas brancos, banhados pela tema de Dragon Ball: The Movie, Rule.
Luzes esverdeadas tomam conta do palco e uma Ayumi animada, com um collant preto, imitando o do vídeo surge recitando os versos iniciais do sucesso, contornada pelos gritos nipônicos desesperados.
Para pegar carona no hit, Ayu emenda a potente Unite!, ainda com o mesmo vestuário. Uma curiosidade é que já é tradição de Ayu cantar duas músicas utilizando a mesma roupa, geralmente músicas com sons semelhantes do mesmo álbum.
Feita a abertura com as duas músicas, é a vez do segundo prólogo. Disco-munication invade o palco e o grande telão mostra um game coloridíssimo, no maior estilo Mario Bross, com as próprias dançarinas e dançarinos de Ayu sendo os protagonistas.
Para dar efeito de como se eles tivessem acabado de sair do telão, começa um dos melhores momentos do show em minha opinião, com a animadíssima EnergizE. Seguida pelo sucesso Sunrise ~LOVE is ALL~, com direito a paquitas e pompons no maior calibre Xuxa de ser.
(Ayumi adora pagar uma de Xuxa e animar o povo japonês. Me pego a pensar o estrago que a Xuxa faria se fosse mais divulgada no Japão e.... bom, melhor voltar ao show).
Load of the SHUGYO é tocada, enquanto na tela vemos Ayumi numa versão mulher decidida, para dar início aos momentos anos 60 do show. A cantora abusa de trajes clássicos e rituais de danças de cadeiras estilo Pubs da época citada em LOVE 'n' HATE e identity. É uma pena que Hamasaki não use de músicas de cd's anteriores, para compor os seus Arena Tours. Raríssimas são as excessões, como Dearest no A Tour 2008, porquê My Name is Woman e Bold and delicious se encaixariam perfeitamente pra este momento do show.
In The Corner introduz à um dos momentos clímax da apresentação.
Eis que Ayumi surge com um lindo vestido branco e contas diamantadas ao redor dos braços, enquanto recita os poemas iniciais da lindíssima HOPE or PAIN, acompanhada por um casal de bailarinos que simulam um romance impossível, dependendo do ponto de vista.
A aclamada GREEN, sucesso dos Charts, faz parte dessa apresentação. Um cenário verde-musgo fluorescente surge, englobando o casal dramático, enquanto a cantora entoa o sucesso.
Os mais chorões se derretem com o momento que acompanha essa batelada de sucessos. É a hora de Ayumi surgir em uma pilastra que gira em torno do palco com seu bailarino-mór (sim, eles devem ter um caso), cantando a balada do Natal passado Days. É impressionante o modo como ela se emociona de verdade com essa música e, ao longo dela, percebe-se a mudança tonal na voz da cantora, que oscila entre o choro e a quase falta de voz de tanta tristeza.
Evolution se inicia. Quem sabe para limpar o ar da melancolia que Days deixou. E com ela, SIGNAL grudadinha. Será que Ayumi andou dando uma passeada em sites brasileiros e buscou "carnaval" no Google? Porque os trajes nos levam justamente à essa suposição. Em certos momentos, ela parece um globo de danceteria ambulante, rebolando os 4 cantos do palco.
Momentos Matrix procedem, luzes psicodélicas se movimentam na tela cinemática de lados pra outros. Muita música eletrônica e uma invasão de dançarinos com roupas psicodélicas desenvolvem a ótima Rollin'.
O ponto mais negativo do show vem agora.
O que era pra ser a melhor de todas as apresentações, pois a potência do hit grita e exige por isso, acabou se tornando uma música coadjuvante de Rollin'. Triste pesar pra Sparkle, que não teve nem troca de figurino. Só vale pelas caras que Ayumi faz, safadamente safadas. Sim a redundância é proposital. Assistem e concordem.
O final se aproxima, e um grande e lindo céu nos engloba pra dentro da arena. Bridge to the sky é a ponte pro Gran'Finalle, nem tão grande assim.
Com tanta escolha excelente pra finalizar o show, é quase impossível de entender o porquê de Next Level para o desfecho.
Em contrapartida da péssima escolha, a apresentação é uma das melhores de todo o show. Ayumi traja uma roupa totalmente branca, muito "anonovo-girl", e um chapéu cravejado de brilhantes.
A grande escadaria finalmente ganha destaque, e a brincadeira com o nome da música Next Level não poderia ser mais criativa. A cada verso da música a cantora sobe um lance à mais da grande escadaria luminosa. Ao final, uma cadeira glamourosa à espera pela cantora, que, ao sentar-se, é elevada metros acima do palco, ainda recitando a canção.
O Arena Tour 2009 chega ao fim, com uma saraivada de japoneses com leques grandes, plumosos e brilhantes dançando em torno do palco.
Ayumi se despede sorridente e nos verá "again" no A Tour de 2010, com novos sucessos e efeitos ainda mais psicodélicos.

O Arena Tour 09 não pode ser considerado o melhor da diva, mas é digno de entrar pra lista dos shows mais bem produzidos da história da cantora.
Quem sabe por humildade da própria cantora as apresentações deste ano foram mais simplórias, ao contrário do que tivemos em 2008 com pitadas exageradas de efeitos especiais, e até um carrossel com Ayumi em forma de boneca cantando Marionette. Neste ano conferimos uma Ayumi mais simplória, apelando mais pra emoção que pro "encher os olhos com brilho e explosões".
Sem mais delongas, vamos discorrer, tópico por tópico, do que saiu da voz de Ayumi, no show maioral de sua carreira em 2009.
No palco temos a escuridão característica e o suspense clássicos dos shows da moça, ao que repentinamente uma horda de imagens brotam do telão com a intro Pieces of Seven.
Fico um pouco indignado com a falta de emoção com que o povo japonês recebe a abertura do único show master de uma das cantoras mais fodas no Japão. Quem sabe faça parte da própria cultura japonesa não receber de braços tão abertos e com tanto orgasmo artistas consagrados que conquistam nossos ouvidos com doce música, mas, ainda assim, acho que devia ter mais esfregação, gritos e potência do público aclamando a cantora. Ponto positivo pra nós, brazucas neste sentido.
Eis que uma horda de dançarinos surgem no palco com guardachuvas brancos, banhados pela tema de Dragon Ball: The Movie, Rule.
Luzes esverdeadas tomam conta do palco e uma Ayumi animada, com um collant preto, imitando o do vídeo surge recitando os versos iniciais do sucesso, contornada pelos gritos nipônicos desesperados.
Para pegar carona no hit, Ayu emenda a potente Unite!, ainda com o mesmo vestuário. Uma curiosidade é que já é tradição de Ayu cantar duas músicas utilizando a mesma roupa, geralmente músicas com sons semelhantes do mesmo álbum.
Feita a abertura com as duas músicas, é a vez do segundo prólogo. Disco-munication invade o palco e o grande telão mostra um game coloridíssimo, no maior estilo Mario Bross, com as próprias dançarinas e dançarinos de Ayu sendo os protagonistas.
Para dar efeito de como se eles tivessem acabado de sair do telão, começa um dos melhores momentos do show em minha opinião, com a animadíssima EnergizE. Seguida pelo sucesso Sunrise ~LOVE is ALL~, com direito a paquitas e pompons no maior calibre Xuxa de ser.
(Ayumi adora pagar uma de Xuxa e animar o povo japonês. Me pego a pensar o estrago que a Xuxa faria se fosse mais divulgada no Japão e.... bom, melhor voltar ao show).
Load of the SHUGYO é tocada, enquanto na tela vemos Ayumi numa versão mulher decidida, para dar início aos momentos anos 60 do show. A cantora abusa de trajes clássicos e rituais de danças de cadeiras estilo Pubs da época citada em LOVE 'n' HATE e identity. É uma pena que Hamasaki não use de músicas de cd's anteriores, para compor os seus Arena Tours. Raríssimas são as excessões, como Dearest no A Tour 2008, porquê My Name is Woman e Bold and delicious se encaixariam perfeitamente pra este momento do show.
In The Corner introduz à um dos momentos clímax da apresentação.
Eis que Ayumi surge com um lindo vestido branco e contas diamantadas ao redor dos braços, enquanto recita os poemas iniciais da lindíssima HOPE or PAIN, acompanhada por um casal de bailarinos que simulam um romance impossível, dependendo do ponto de vista.
A aclamada GREEN, sucesso dos Charts, faz parte dessa apresentação. Um cenário verde-musgo fluorescente surge, englobando o casal dramático, enquanto a cantora entoa o sucesso.
Os mais chorões se derretem com o momento que acompanha essa batelada de sucessos. É a hora de Ayumi surgir em uma pilastra que gira em torno do palco com seu bailarino-mór (sim, eles devem ter um caso), cantando a balada do Natal passado Days. É impressionante o modo como ela se emociona de verdade com essa música e, ao longo dela, percebe-se a mudança tonal na voz da cantora, que oscila entre o choro e a quase falta de voz de tanta tristeza.
Evolution se inicia. Quem sabe para limpar o ar da melancolia que Days deixou. E com ela, SIGNAL grudadinha. Será que Ayumi andou dando uma passeada em sites brasileiros e buscou "carnaval" no Google? Porque os trajes nos levam justamente à essa suposição. Em certos momentos, ela parece um globo de danceteria ambulante, rebolando os 4 cantos do palco.
Momentos Matrix procedem, luzes psicodélicas se movimentam na tela cinemática de lados pra outros. Muita música eletrônica e uma invasão de dançarinos com roupas psicodélicas desenvolvem a ótima Rollin'.
O ponto mais negativo do show vem agora.
O que era pra ser a melhor de todas as apresentações, pois a potência do hit grita e exige por isso, acabou se tornando uma música coadjuvante de Rollin'. Triste pesar pra Sparkle, que não teve nem troca de figurino. Só vale pelas caras que Ayumi faz, safadamente safadas. Sim a redundância é proposital. Assistem e concordem.
O final se aproxima, e um grande e lindo céu nos engloba pra dentro da arena. Bridge to the sky é a ponte pro Gran'Finalle, nem tão grande assim.
Com tanta escolha excelente pra finalizar o show, é quase impossível de entender o porquê de Next Level para o desfecho.
Em contrapartida da péssima escolha, a apresentação é uma das melhores de todo o show. Ayumi traja uma roupa totalmente branca, muito "anonovo-girl", e um chapéu cravejado de brilhantes.
A grande escadaria finalmente ganha destaque, e a brincadeira com o nome da música Next Level não poderia ser mais criativa. A cada verso da música a cantora sobe um lance à mais da grande escadaria luminosa. Ao final, uma cadeira glamourosa à espera pela cantora, que, ao sentar-se, é elevada metros acima do palco, ainda recitando a canção.
O Arena Tour 2009 chega ao fim, com uma saraivada de japoneses com leques grandes, plumosos e brilhantes dançando em torno do palco.
Ayumi se despede sorridente e nos verá "again" no A Tour de 2010, com novos sucessos e efeitos ainda mais psicodélicos.
Setlist:
01. Pieces of SEVEN
02. Rule
03. UNITE!
04. Disco-munication
05. EnergizE
06. Sunrise ~LOVE is ALL~
07. Load of the SHUGYO
08. LOVE 'n' HATE
09. identity
10. In The Corner
11. HOPE or PAIN
12. GREEN
13. Days
14. evolution
15. SIGNAL
16. rollin'
17. Sparkle
18. Bridge to the sky
19. NEXT LEVEL
01. Pieces of SEVEN
02. Rule
03. UNITE!
04. Disco-munication
05. EnergizE
06. Sunrise ~LOVE is ALL~
07. Load of the SHUGYO
08. LOVE 'n' HATE
09. identity
10. In The Corner
11. HOPE or PAIN
12. GREEN
13. Days
14. evolution
15. SIGNAL
16. rollin'
17. Sparkle
18. Bridge to the sky
19. NEXT LEVEL
Confira alguns vídeos dos momentos mais marcantes da apresentação:



























